terça-feira, 4 de agosto de 2009

Colírio para os olhos

Domingo fiz um passeio maravilhoso! É o tipo de coisa que me relaxa totalmente, me deixa feliz e de bem com a vida. Nada como estar em contato com a natureza, ou melhor, ter sua beleza para agradar aos olhos e a mente. Pois bem, fui ao IV Festival de Orquídeas e Plantas Ornamentais de São Roque. Apesar de ser apaixonada por orquídeas, cultivá-las e tentar aprender mais sobre, nunca tinha ido a um evento desses. Até me programei outras vezes, mas nunca consegui ir.

Eu quase pirei, queria trazer todas pra casa, principalmente as mais diferentes e que são mais difíceis de se encontrar fora de um local especializado no assunto. Mas, só trouxe meia dúzia, e das pequenas porque o bolso e o espaço em casa não permitem.

Trago algumas fotos da exposição, não são de muita qualidade porque esqueci de levar a máquina fotográfica e acabei tirando com o celular mesmo. Mas, dá para vocês sentirem o gostinho e descansar a mente com essas belezas da natureza.

Boa semana a todos!!!






sábado, 1 de agosto de 2009

Calçadas verdes 3

Como prometido, posto aqui algumas espécies apropriadas para termos em nossas calçadas. Consegui tirar foto de algumas apenas. Mas tentando descobrir como são algumas na internet (já falei que árvores não são meu forte, tenho muito a aprender...), descobri o blog Árvores de São Paulo, que recomendo fortemente. Inclusive tem um post falando mais do tema que tenho abordado aqui.

Camélia (Camellia japonica) – Originária do Japão, possui flores brancas, rosas ou avermelhadas.

Cássia (Cassia spectabilis) – De origem brasileira, floresce entre março e abril. As flores são amarelas.

Eritrina (Erythrina speciosa) – Essa árvore brasileira é caduca, perde as folhas no inverno, justamente quando suas inflorescências vermelhas em forma de candelabro aparecem.

Flamboyanzinho (Ceasalpinia pulcherrima) – Nativa da América Central e de rápida crescimento. Dá flores vermelhas entre setembro e abril.

Grevilha de Jardim (Grevillea forsterii) - Essa arvoreta australiana dá lindas inflorescências vermelhas que atraem os beija-flores, o ano todo.

Manacá Pequeno (Brunfelsia uniflora) – Arvoreta de origem brasileira, é muito perfumada e suas flores mudam de coloração como o manacá da serra.

Manacá da Serra (Tibouchina mutabilis) – As flores dessa árvore brasileira nascem brancas e aos poucos vão se tornam roseadas. Existe uma versão anã, mais adequada para as calçadas.

Resedá (Lagerstroemia indica) – Originária da China, Coréia e Índia, essa arvoreta é perfeita para calçadas. As flores se formam no inverno e podem ser rosas, brancas, roxas ou vermelhas de acordo com a variedade.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Acupuntura vegetal

Pessoal , vai rolar no próximo sábado um curso de acupuntura vegetal. Quem vai ministrar é a Arquiteta Paisagista Aline Najar (http://geovidapaisagismo.blogspot.com/).
Já li alguma coisa sobre o assunto e me interessei bastante. Quero fazer o curso, mas precisa formar turma. Quem se interessar, entre em contato com ela pelo telefone ou e-mail abaixo.

sábado, 18 de julho de 2009

Calçadas verdes 2

Ainda falando de calçadas, outro problema que vejo é a escolha da espécie a ser plantada. Acredito que grande parte das pessoas não se preocupa, quando compra uma muda, em perguntar de que tamanho ela vai ficar quando adulta.
Isso é muito importante, principalmente se na sua calçada passa fiação elétrica. Porque, depois de plantada, você não pode cortá-la... e aí vemos belas árvores podadas de modo que não interfiram na fiação, como a da foto. Não fica horrível?


Eu me perguntava por que podar daquela maneira, se não haveria outro jeito. E quando estava pesquisando sobre o tema, buscando se havia indicação das espécies mais indicadas para tal situação, me deparei no site da CPFL, com um documento com orientações sobre a poda de árvores. E a orientação é que se faça essa pode em “V” mesmo, para afastar os galhos que ameaçam a rede elétrica, sem afetar o equilíbrio da árvore. Lá ainda diz que normalmente a árvore depois da poda costuma se recompor, fechando a copa por sobre a fiação criando uma área de sombreamento não mais havendo brotações significativas, de modo a tomar a forma de um “furo”.

Mas ainda acho melhor pesquisar antes de plantar para não termos esse tipo de problema. Para calçadas sob rede elétrica, o recomendado é que se plantem árvores de pequeno porte, que cresçam até no máximo 4m de altura. Já em calçadas sem postes, pode-se plantar árvores de porte médio, que atinjam no máximo 7m de atura.
Árvores de grande porte não são recomendadas para arborização viária, pois além da fiação, podem prejudicar encanamentos de água e esgoto, muros e paredes.
Além do porte, outros pontos devem ser observados:
  • Espécies resistentes a pragas e doenças, visando evitar o uso de produtos fitossanitários, prejudiciais e desaconselháveis em logradouros públicos;
  • A árvore plantada sob a rede não deve ser do tipo que produza frutos comestíveis ao homem (salvo em casos especiais);
  • O sistema radicular deve ser pivotante e não superficial, que prejudica as calçadas e fundações de prédios e muros;
  • O lenho deve ser resistente a ventos fortes para evitar queda de ramos nas vias públicas, nas instalações elétricas etc.;
  • A copa deve ter tamanho e forma adequados para evitar danos às construções, veículos, rede elétrica, etc.;
  • As árvores não devem possuir princípios tóxicos que provoquem reações alérgicas;
  • Deve ser dada preferência para espécies nativas, contribuindo para sua preservação.

No próximo post, vou falar de algumas espécies recomendadas para calçada.

domingo, 12 de julho de 2009

Calçadas verdes

Muitas pessoas, na ânsia de ter mais verde perto de si e na cidade, optam por plantar árvores ou mesmo arbustos em suas calçadas. Até aí acho ótimo, sou a favor do verde, de muito verde. Mas, o que acaba acontecendo é que a calçada muitas vezes fica inadequada para os pedestres, ainda mais quando se tratam das estreitas calçadas que temos em São Paulo.

Andei pesquisando sobre o tema para um projeto que estou desenvolvendo. A casa fica no interior e tem calçadas largas, mas estas estão todas gramadas, o que faz com que o pedestre ande na rua. Já sabia que isso não é permitido (o que o dono me confirmou, a prefeitura anda notificando moradores com a mesma situação), mas existe alguma regra?

Depois de muita pesquisa na net, achei somente no site da Prefeitura de São Paulo algumas regras estipuladas. É o Programa Passeio Livre (http://ww2.prefeitura.sp.gov.br/passeiolivre). Ele prevê a criação de 2 ou 3 faixas, conforme a largura da calçada. Obrigatoriamente sempre deve haver uma faixa para os pedestres com largura mínima de 1,20m e a faixa de serviço, com mínimo de 0,75m, onde se pode plantar árvores, colocar lixeira, poste de iluminação etc.

No site você pode baixar uma cartilha que detalha tudo, desde a largura das faixas, assim como materiais adequados para o piso de pedestre, além de como fazer rebaixamentos, tratar esquinas. Achei muito interessante e vou passar a adotar nos meus projetos. Tenho certeza que as calçadas ficarão muito mais adequadas a todos que a utilizam, assim como criará um efeito visual muito bonito.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Jardim Botânico

Estou em falta com o blog há bastante tempo. Tenho trabalhado muito, mas andei descansando também. Fui a Curitiba e é lógico que não poderia deixar de visitar o Jardim Botânico.
O jardim tem um estilo clássico, bem simétrico, topiado, que confesso não curto muito. O Palácio de Cristal ao fim do caminho é a principal atração. O palácio por si só, como construção é muito bonito e clássico, integrando-se ao jardim. Só que dentro dele, para a minha surpresa, ao invés de uma estufa de flores, há um jardim tropical. Nada relacionado com o jardim lá fora... Palmeiras, bromélias, orquídeas, helicônias. Quase todas as espécies identificadas com plaquinhas. Dois mundos diferentes, o de fora e o de dentro... Contraste interessante...


sábado, 23 de maio de 2009

Baobab Tree


Como paisagista iniciante que sou, tenho muito a aprender ainda. E confesso que árvores não são meu forte. Dificilmente consigo identificar uma logo de cara. Preciso estudá-las mais, é verdade.

Mas, sobre essa árvore da foto aprendi alguma coisa. Também nunca ouvi falar dela aqui no Brasil. É a Baobab Tree (Adansonia digitata). Essa foto foi tirada na África do Sul. Tive a oportunidade de ficar bem pertinho dela.
Essa espécie é muito grande, tanto em altura quanto em largura. Segundo pesquisei na internet pode atingir até 30 m de altura e entre 7 e 11 m de diâmetro.

Além do seu porte chamar a atenção, essa árvore é caduca, ou seja, perde suas folhas durante nove meses no ano. No período de chuvas ela armazena água no seu tronco para esse longo período.
Eu não vi pessoalmente uma Baobab sem folhas, mas já vi fotos, e ela se parece outra árvore. Se você olhar bem, vai ter a impressão que está de ponta cabeça: com a copa embaixo da terra e as raízes para fora no ar.


sábado, 14 de março de 2009

Vale a pena ter um jardim!

Nada como ter um jardim, um cantinho verde para relaxar, nem que seja bem pequenininho. Eu adoro minha varanda e confesso que mesmo com os dias de calor que tem feito, com a correria do trabalho, acabo indo pouco até lá. Às vezes, me sinto até culpada por colocar tantas plantinhas lá e não ter tempo de cuidar delas direito...

Mas, eis que, quando arranjo um tempinho para sentar no banco e relaxar, o jardim me recompensa. E aí percebo que não preciso cuidar tanto assim do jardim; que se eu não rego, a chuva rega. E que basta eu passar por lá de vez em quando e dar um pouquinho de atenção pra elas, até mesmo conversar com elas... eu converso com as minhas plantas, e vocês?

Vejam a recompensa que recebi no último fim de semana!

  • Uma das minhas orquídeas floriu e eu não tinha nenhum registro dela, não lembrava como eram as flores.

  • A minha Echeveria runyonii, essa suculenta fofa também abriu sua primeira florzinha.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Nova aquisição

Eu não resisto, né? Fui a CEAGESP para uma coisa e acabo voltando com uma orquídea... e não podia deixar de mostrar pra vocês também.
Adoro as orquídeas mais comuns, encontradas em floriculturas e até supermercados, mas não resisto a espécies diferentes, que não são tão populares e conhecidas.
Essa é a Dendrochillum cobbianum.

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Aproveitando, esse fim de semana tem exposição de orquídeas na AOSP - Associação Orquidófola de São Paulo. É 6ª, sábado e domingo, das 9h às 19h e a entrada é franca.
Vai ser na Sociedada Brasileira de Cultura Japonesa - Rua São Joaquim, 381 - Liberdade.
Mais de 10.000 vasos a venda a partir de R$ 8,00, além de aulas básicas de cultivo de orquídeas todos os dias às 10h, 14h e 16h.
Para saber mais, acesse: www.aosp.com.br/programacao_marco.htm

Vou tentar ir dessa vez. Se não der, outra só em setembro. Prometo tirar fotos e postar aqui depois.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Vitória-régia

Ainda falando das férias, após um passeio de barco para conhecer o Encontro das Águas, onde as águas pretas do Rio Negro e as barrentas do Rio Solimões correm lado a lado sem se misturar, fomos a comunidade cabocla Terra Nova e fizemos uma caminhada adentrando a floresta e pudemos observar as vitórias-régias (Victoria amazonica) no seu ambiente natural.

Essa planta aquática, nativa da Amazônia, tem folhas que flutuam e que podem alcançar até 2,5 m de diâmetro. As da foto tinham em média 1m. Mesmo assim é impressionante!
A flor é linda! Surge no verão e dura apenas 48 horas. No primeiro dia da floração elas se mostram brancas e no segundo dia, o da polinização, elas se tornam róseas.A flor é linda! Surge no verão e dura apenas 48 horas. No primeiro dia da floração elas se mostram brancas e no segundo dia, o da polinização, elas se tornam róseas.

As bordas das folhas são elevadas em até 10 cm, que revelam a página inferior espinhenta e avermelhada. Esta face inferior apresenta uma rede de grossas nervuras e compartimentos de ar responsáveis pela flutuação da folha. A superfície da folha ainda apresenta uma intrincada rede de canais para o escoamento da água, o que também auxilia na sua capacidade de flutuar, até mesmo sob chuvas fortes.

Ainda, segundo o Jardineiro.net, o besouro responsável pela polinização entra na flor no primeiro dia, após o desabrochar, que ocorre no final da tarde, e acaba prisioneiro até o dia seguinte, pois a flor se fecha durante a noite. Após a polinização a flor volta para dentro do lago, para a formação do fruto, do tipo baga, que amadurece em 6 semanas. As sementes produzidas são comestíveis e envoltas por uma espécie de esponja que permite sua flutuação.
O rizoma da planta é rico em amido e sais minerais, e é utilizado como alimento pelo índios.

É uma planta de cultivo delicado, já que é típica da região equatorial e tropical, não tolerando o frio. Por isso, deve ser cultivada sob sol pleno, em lagos ou tanques com mais de 90 cm de profundidade, com água em temperatura de 29 a 32ºC. Não tolera temperaturas abaixo de 15ºC. Não é muito exigente em fertilidade e manutenção. Atualmente há variedades e híbridos com V. cruziana que são um pouco mais adaptados ao frio e de menor porte, para lagos menores.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Orquídeas do Monte Roraima

Sumi esta última semana porque estava de férias e fui a Manaus. Lá visitei um pedacinho bem pequeno da Floresta Amazônica, próxima ao Rio Negro. Esperava encontrar várias orquídeas, flores diferentes, mas para minha decepção não vi nenhuma, nenhuma florzinha... apenas árvores que pareciam todas iguais e que mostraram que é muito fácil se perder na floresta.

Mas, meu maridão foi para Roraima umas semanas antes para subir o Monte Roraima e ele sim viu várias orquídeas, a mais de 2.600m de altitude, e é lógico que tirou fotos para mim. Na verdade quando ele comentou com o guia que eu adorava orquídeas, o próprio guia saiu batendo fotos.

Divido-as com vocês. São muito bonitas e a maioria nunca tinha visto antes.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Pausa para refazer o jardim

Sei que não tenho escrito muito no blog, meu trabalho tem exigido dedicação total. Mas fiz uma pausa para mostrar o que as chuvas e ventos da última semana fizeram com o meu jardim... É isso que dá morar nas alturas e não ter vidros protegendo a varanda. Ainda bem que nenhum dos vasos de cerâmica quebrou, mas foi por pouco. Os vasos que aparecem em pé na estante não estavam lá, eu já tinha dado uma ajeitada.
Agora preciso de um tempo para replantar os vasos que se desfizeram. Já arrumei mais macro, mas tenho que replantar alguns. Ah, e por precaução, todos os vasos estão no chão por enquanto :)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Folhagens coloridas

A Camila que comentou um dos meus posts pediu dicas de folhagens que aguentam bem o sol. Num primeiro momento não consegui pensar em nada, já que normalmente penso em folhagens para dentro de casa, que são típicas de sombra ou meia-sombra, então fui pesquisar. Não sei o espaço que você tem, mas vou sugerir arbustos.

Eu adoro Nandina (Nandina domestica), que fica avermelhada durante o outono e inverno. Tem folhinhas bem delicadas e tolera o frio também. Pode tanto ser plantada em vasos quanto em canteiros formando maciços. O solo deve ser rico em matéria orgânica.


Ainda nessa linha de folhagens coloridas tem o Cróton (Codiaeum variegatum) e a Mil-cores (Breynia nivosa). O Cróton é legal por sua variedade: tem folhas de vários formatos e com muito colorido, mesclando vermelho, roxo, rosa, branco, amarelo ou verde.

Já a Mil-cores tem folhas verdes, rosas e brancas e dão um visual bem bacana no jardim.
Espero ter ajudado. Estou escrevendo outro post ainda sobre o mesmo tema, mas com folhagens só verdes.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Adoro surpresas!

Meu jardim tem me surpreendido. De repente aparece um botão, uma flor numa planta que não estava nem esperando ou que nem sabia que dava flor.

Um desses casos é da minha Echeveria x imbricata. Sabe aquela que pedi um help com as crostas nas folhas? Pois é! Quando percebi já estava com 3 galhos de flores. E agora as flores estão quase todas abertas. O seu colorido se destaca no meio do verde das plantas.

O nome descobri na Enciclópédia Ilustrada volume 5 do Valério Romahn da Editora Europa. Segundo diz essa suculenta é um hibrído de duas espécies mexicanas. A roseta pode atingir até 30 cm de diâmetro e pode ser cultivada em vasos ou jardins de pedra, sob sol pleno ou meia-sombra.

Lá também diz que é de difícil cultivo, típica de de clima tropical árido. Mas a minha está indo muito bem! Não sei se é porque molho ela super pouco... ah, e normalmente ela fica na última prateleira da estante, lá embaixo, escondida. Só coloquei em cima por causa das flores.



segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

O nome é Asclepias physocarpa

Consegui descobrir o nome da planta do post anterior. Já tinha feito uma busca na net, mas não apareceu nada de interessante; tentei de novo agora e ela se chama Asclepias physocarpa, conhecida popularmente como flor-borboleta, paina-de-seda, paineirinha, saco de bode ou saco de velho.
É um arbusto perene, originário da África do Sul e essas bolinhas curiosas e divertidas são o fruto dessa planta. Por isso que depois de algum tempo eles abriram e mostraram as sementes. Acredito que se tivesse esperado mais, teria visto a paina sedosa. Mas achei que já estavam feias para manter na sala e joguei fora.
As flores são pequenas e brancas (tinha um box na CEAGESP que vendia o galho inteiro com folhas e flores) e surgem na primavera e no verão.
Eu não sabia, mas li que a utilização paisagística da flor-borboleta é ampla, podendo ser plantada isolada ou em grupos. Com certeza deve ser um atrativo no jardim por conta da sua forma.
Devem ser cultivadas a pleno sol em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Pode ser cultivada em todo o país, tolerando o frio. Multiplica-se por sementes.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Bolas engraçadas

Não sou especialista no assunto, nem sequer fiz um curso, mas vire e mexe me meto a fazer arranjos florais. Para minha casa, para festas em casa. Meu ponto de partida são as flores que me agradam, e também observo bastante os arranjos em lojas, empresas, revistas, o que quase sempre me dão idéias diferentes.

No caso da festa que fizemos fim de semana passado, não tinha nada em mente para enfeitar a mesa. Fui ao mercado de flores pensando apenas que precisava comprar alguma coisa para colocar em um dos meus vidros e que combinasse com a toalha da mesa que era com desenhos de Natal, toda vermelha e verde.

Aí essa planta me chamou a atenção. Talvez já a tenha visto antes, mas não me lembrava. Ela é engraçada. Achei que a cor e o formato que lembram bolas de Natal iam combinar com a decoração da festa (pena que esqueci de tirar uma foto da mesa!). Mas a cabeçuda aqui esqueceu de perguntar o nome da planta para o moço do box. Alguém sabe o nome? Não consegui descobrir na net.


quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Ajuda

Nesse mês que estive doente, acabei deixando minhas plantinhas abandonadas. Ontem dei um trato nelas, tirei folhas secas, reguei, replantei, adubei. E percebi que algumas suculentas, principalmente a echeveria (que por sinal está com botões) está com crostas nas folhas.
Não sei se é doença ou praga. Coloquei duas fotos se alguém puder me ajudar identificar do que se trata. Em princípio achei que um caracol tinha atacado minhas plantas, mas pegando nas folhas, não se trata de estar comida e sim ter uma crosta em relevo, mas não consigo tirar essa crosta, é meio estranho... se alguém souber o que é e puder ajudar, eu agradeço!


sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Um buquezinho de flores

A primeira vez que vi essa orquídea foi na casa da mãe do meu marido. Ela tem um tronco de pinheiro que foi cortado forrado de orquídeas que são cuidadas pelo meu sogro. Fiquei impressionada porque estava sempre florida.
Depois de pesquisar um pouquinho descobri que se trata da Epidendrum, um gênero que apresenta freqüentes florações, de cores variadas e é bem resistente. Há pouco tempo li uma matéria que falava da possibilidade de se plantar canteiros com essa orquídea. Então temos variedades terrestres e variedades epífitas. As flores normalmente são duradouras e formam um buquê.
A Epidendrum não é facilmente encontrada para comprar; não procurei em orquidários. Tentei colocar no jardim da mamãe, mas na época nem na CEAGESP encontrei. Me disseram que não era época dessa espécie. Mas mês passado encontrei vários vasos no Tatuapé Garden. E não resisti. Comprei dois.
A primeira foto é da orquídea da minha sogra, e as outras duas as que eu comprei recentemente. Pena que não tenho um canteiro para forrar com várias delas de cores diferentes...





quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Estou de volta!

Oi pessoal! Estou de volta! Fiquei sumida esse último mês, pois fiquei doente, tive reações alérgicas aos remédios etc. Mas agora estou melhorando (ainda não estou 100%) e prometo voltar a postar senão diariamente, pelo menos com mais freqüência.

bjos